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Ninhadas
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Ninhadas
Retrospectiva da
nossa criação
Não querendo ser muito radical, sempre pensei que todos
os meus acasalamentos teriam e terão que ser feitos com
machos de alta qualidade VAs na Alemanha, ou sempre com
os primeiros Vs e melhores jovens Alemães, que infelizmente não se encontram em
Portugal.
Não queria ser mais um a ter dois cães e “voilá” ! Penso
que se fosse fazer o mesmo que muitos dos criadores nacionais,
mais valia estar quieto. Mais do mesmo? Não!
Queria fazer algo novo, trazer boas cadelas e conseguir
acasalamentos de excelência.
Crio apenas com cães que tenham provas de trabalho
(que não é obrigatório em Portugal) pois entendo que as
minhas fêmeas têm que o conseguir/merecer para criarem sob o meu
Afixo.
Todos os meus cães são submetidos a
testes de
DNA,
e a
exames de displasia tanto dos cotovelos como da anca,
regularmente.
Infelizmente ainda se encontram exemplares a reproduzir
em Portugal
que não são obrigados a submeterem-se ao exame de displasia do cotovelo, mas fujo a essa regra e
realizo-os, pois julgo não ser correcto criar sem saber se
os progenitores tem ou não displasia do cotovelo, que é
tão grave como a da anca. Não faz sentido estar a
transmitir a doença aos cachorros, que serão o futuro da
raça. E se estes não o fazem, eu não
o acho correcto. Estamos a falar de vidas não de
bonecos.
Diogo Sá Campos
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